AS CONSEQUÊNCIAS DA PREGAÇÃO NA VIDA DA CRIANÇA

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UMA CARTA DE UMA SENHORA QUE SE CONVERTEU QUANDO CRIANÇA

Transcrevo o depoimento de uma senhora que se converteu, quando criança, no meu pastorado no Rio de janeiro, no início de meu ministério pastoral, para a edificação de todos e incentivo aos pais.

 

Querido Pastor Sória, fui uma ovelhinha em seu rebanho na Igreja Batista da Liberdade, nos anos 70.

Me converti aos 7 anos ao ouvir a ministração da Palavra de Deus através de sua vida. Lembro-me com carinho do senhor e de toda sua família, que tanto contribuíram para a edificação de minha vida cristã.

Hoje sou esposa de pastor, tenho dois filhos, e toda minha casa serve ao Senhor Deus. Dou sempre graças a Deus por suas vidas. Que Deus os abençoe sempre. Um abraço especial ao senhor

 Pastor SÓRIA e a irmã Carmem Lúcia.

Aos 7 anos de idade tive o privilégio de ouvir a mensagem de salvação e entregar minha vida a Jesus através da mensagem do Pastor Sória. Deixo abaixo uma mensagem para você meu amado pastor:

O pastor é um soldado em combate. Ele vive cercado de inimigos por todos os lados, inimigos gigantes.
Cercado por dentro. Ele tem de lutar contra os próprios medos, os próprios pecados, as próprias fraquezas, desejos e angústias. Tem de lutar contra a solidão, lugar para qual muitas vezes é levado pela posição que ocupa. Tem de lutar contra a própria insensatez, impaciência e incompetência. Tem de lutar contra as necessidades materiais, conjugais e familiares.

 Cercado à esquerda. Ele tem de lutar contra as vãs filosofias e sutilezas malignas que adentram o rebanho para dispersar as ovelhas, confundir, corromper e distorcer a verdade, à qual tem por missão defender. Ele tem de lutar contra os falsos ensinos, que mantêm as pessoas que precisa alcançar prisioneiras do engano.

 Cercado à direita. Ele tem de lutar contra a ingratidão do povo, a incompreensão e a crítica (característica comum daqueles por quem está dando o sangue).
Cercado por trás. Ele tem de se defender dos companheiros que, apesar de estarem na mesma frente de batalha, atacam-lhe pelas costas como se inimigos fossem.
Cercado na frente. Ele tem de lutar contra os prazeres que o mundo oferece para seduzir as pessoas, pois a sua missão é cuidar, defender e resgatá-las. Ele tem de enfrentar ainda a indiferença, a apatia e a falta de entusiasmo dessas pessoas para com as coisas de Deus e tentar motivá-las.
Cercado por baixo. Ele tem de lutar contra o diabo e as suas hostes malignas, que fazem oposição a Deus e à Sua obra; a qual foi constituído fiel depositário.
Como se não bastasse a luta, esse homem é cobrado por Deus, pela sociedade, pela sua denominação, pelo seu rebanho, pelos colegas de ministério, pela família e até por si próprio.

 Este homem não pode esperar recompensas enquanto batalha. Ele sabe que só será recompensado após o fim da guerra, quando encontrar pessoalmente com o seu General. Quem pode suportar tamanha luta, tamanhos inimigos, tamanha pressão? Quem é suficiente para essa batalha?
Eclesiastes 9:10 diz: "Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças". Mas esse homem sabe que a missão que lhe foi confiada por Deus está muito além das suas forças.

Ele tem consciência que, como Davi, sozinho, jamais poderá vencer o gigante que amedronta todo o exército; só poderá vencer se for na força do Senhor.
Então, o pastor é um soldado valente, porém, fraco. Ele está cônscio das próprias limitações; mais do que qualquer outra pessoa. Mas, como Paulo, o apóstolo, sabe que o poder de Deus se manifesta e se aperfeiçoa na sua fraqueza.

A sua força é extraída da graça que há em Cristo. Apegado a essa graça ele sofre todas as aflições, como bom soldado, na certeza de que um dia triunfará, marchando vitorioso ao lado do seu General.

ARILMA PEVIDOR

PAIS, lembrem-se da responsabilidade de viver a fé cristã, no seio da igreja  de Jesus.  Sejam prontos para andar no Caminho juntamente com seus filhos. Não se tornem negligentes.

Pastor SÓRIA.