O pecado que os crentes não receiam cometer

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Parece que em inúmeros lares crentes, é parte necessária do almoço de domingo, pôr a mensagem do pregador na frigideira.

 

resultado é que os salpicos de gordura deixam prejuízos permanentes na vida das crianças. Às vezes é difícil encontrar um crente com quem se possa conversar por alguns minutos, sem que este manche o nome de algum outro crente.

Estas mesmas pessoas se levantariam horrorizadas apontando um dedo de desprezo e condenação para uma mulher tomada de adultério ou um homem culpado de assassino. Ou um crente que se descobrisse roubando. Parecem não perceber que aos olhos de Deus, pecado é pecado, e não há diferença. Em Gl 5:19-21 inimizades, iras, pelejas e invejas são colocados lado a lado com adultério feitiçarias e bebedices. E o apóstolo Paulo diz ainda: "Mas agora despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca... ... antes sejam uns para com os outros, benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros como também Deus perdoou em Cristo". Cl 3:8, Ef 4:32.

Contudo, não raramente, a carta de um crente a seus amigos torna-se uma gazeta de escândalos que desonra a Deus; e sua sala de visitas, um lugar desagradável onde tem livre curso os vapores da crítica, da malícia e da inimizade.

Mas o pecado da maledicência e da crítica, nem sempre é praticado tão ousada e abertamente como dissemos acima. Muitas vezes se consuma pelo erguer de uma sobrancelha quando do nome é mencionado, ou por uma inocente declaração como esta: "Bem, se vocês soubessem o que eu sei a respeito dele". Ou: "Por favor, orem por fulano, eu não queria contar-lhes, mas talvez possam orar com mais inteligência se o souberem".

O sábio livro de provérbios enumera seis coisas que o Senhor aborrece, e acrescenta: " E a sétima o Senhor abomina: Olhos altivos, língua mentirosa e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam em correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre os irmãos.

Não há proveito algum em discussões evasivas sobre o que Deus pensa desses pecados - Ele os abomina. Alguém já disse que podemos ler o caráter de um homem pelo o que ele diz. Jesus disse: "O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem". Lemos ainda: "De uma mesma boca procedem bençãos e maldições. Meus irmãos, não convém que isso se faça assim".

Enquanto por um lado, por meio da língua, o mal se avoluma, a falsidade é expressa e propaga-se a crítica destrutiva. Por outro lado, com a língua pode ser dita a verdade, pode se afirmar o amor, podem ser entoados os louvores de Deus, e proclamada a mensagem do evangelho.

O plano de Deus para o homem, nesta questão, está claramente revelado: "Se alguém não tropeça em palavras, o tal varão é poderoso...". "Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo... quem faz isso, nunca será abalado". 

"A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um".

Faríamos bem em nos lembrar de que o nosso corpo é o Templo do Espírito Santo, e que usar nossa língua de maneira errada o entristece e desonra o Pai no Céu. O Espírito Santo é o ouvinte silencioso de todas as conversações.

Paulo parece encontrar a solução deste problema para a igreja em Éfeso, quando os instrui a serem cheios do Espírito Santo: "Falando entre vós em salmos e hinos e cânticos espirituais: Cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração; dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo: Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus".

De "Revival"

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